Paulo Benedito, mas poderia dizer também Bendito, dos Santos Braga. De garoto convidado de Carnaval a goleador solitário que tirou o Bicolor de 8 anos de fila.
Quando chegou a Curuzú para vestir azul e branco, o Paysandu tinha 16 títulos estaduais, 3 a menos que o rival. Mas quando parou, em 1973 em um jogo festivo contra a Tuna, o lado bicolor da Almirante já tinha 28 taças, 5 a mais que o azulino.
Na Taça Brasil, de 1959 a 1973, foi soberbo, levando o Paysandu a 7 participações, o maior número de um clube paraense na história.
E por falar em paraense, do calvário de Piedade em 1956 ao caneco histórico do Sesquicentenário de 1972, ele sozinho tem 12, um recorde, dos quais 10 foram conquistados sobre o rival.
Em 2000, como meia e craque da Seleção Paraense do Século XX, virou imortal. Em 2014, transformado em Estátua, foi monumental.
Na vida e na bola, seja como Paulo ou como lenda, jamais haverá um Quarenta como ele: eterno.
Fonte: Papão, 90 anos de Paixão e Glórias - Ferreira da Costa. Os Gigantes do Futebol Paraense - Ferreira da Costa. REXPA, a Rivalidade Gloriosa - Expedido Leal.