O Nilson que é Santos, mas que tambem já foi Diabo. Paraense de Altamira e revelação no Acará.
No Amazonas, foi Série A em 1974 atuando pelo Rio Negro. Enquanto brilhava no calor manauara, foi implacável contra a camisa amarela canarinha.
Se na Tuna foi histórico e goleador, seja duplando com Leônidas, em um dos ataques mais letais da história do Souza - que quebrou um jejum de 12 anos sem títulos da cruzmaltina - ou chegando ao topo da artilharia paraense em 1980, de azul e branco foi campeão, e duas vezes.
Uma, de forma invicta, em 1976, evitando o tetra do rival e levantando o terceiro título bicolor na década. E na outra sendo tri em 1982, com Cabinho e companhia, passeando no estadual de número 32 do Paysandu.
Gols? Na Curuzú foram 55 de 1974 a 1982 e uma façanha: o vigésimo maior artilheiro da história do bicolor.
Se fora de campo era Santos, dentro dele era brabo e brigador, era infernal.
Controverso?
Certeza mesmo é que um inferno era tê-lo do lado oposto.
Fonte: Fonte: Papão, 90 anos de Paixão e Glórias - Ferreira da Costa. Os Gigantes do Futebol Paraense - Ferreira da Costa. Parazão Centenário - Ferreira da Costa. Revista O Gol.
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